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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Um texto, várias ideias (2)



Então vamos lá.
Pela ordem de chegada:
eu faço a primeira parte;
mamãe faz a segunda;
Maitê a terceira;
Thaís a quarta;
Jéssica a quinta;
Monique a sexta;
Flávia a sétima;
E a última eu faço.

Vou começar nesse mesmo post fazendo a primeira parte. Deixem nos comentários suas continuações, na ordem que eu pus acima. Não esqueçam de deixar ganchos nos seus textos para o próximo a escrever pegar para poder ter continuidade.
Não tem tamanho mínimo, máximo, nem jeito de escrever. Não tem regras. Escreva do jeito que você sabe ou do jeito que você quiser. A única regra é que o texto total tem que fazer sentido (assim, sua continuação realmente deve ser uma continuação do anterior, acrescentar novos elementos, acontecimentos, informações e deixar ganchos para o próximo a escrever).

Cheguei pela primeira vez naquela praça grande. Prédios em volta, árvores diferentes e uns arbustos com umas flores que eu nunca tinha visto. O chão era todo de um paralelepípedo amarelado. Constuções do séculos XV, XVI, ou de antes até. Me senti no próprio passado enquanto admirava a fonte bem no centro jorrando água colorida pra cima, pros lados, por toda parte. As crianças se divertiam com os respingos. Casais passeavam despreocupados pela noite gelada de inverno da Europa. Com agasalhos grossos e cachecóis elegantes, grupos de homens e grupos de mulheres conversavam por toda a praça. Nem parecia um dia comum de semana. Nem parecia fim de ano. Parecia que o mundo inteiro estava de férias. Todo mundo parecia estar fazendo alguma coisa, se divertindo, se ocupando. Só eu mesmo estava ali sozinho, com minha mochila e o celular que não tocava nunca. O barulho em volta era tão interessante que por vezes até parecia silêncio. Foi um som diferente quebrando esse silêncio que me fez virar a cabeça pro lado e me assustar com o que encontrei.

primeiro livro
http://bit.ly/eqlmundo

6 comentários:

Anônimo disse...

Aquele homem de chapéu cinza e bengala aproximou-se, com ar rispido e voz alterada dirigiu-se a mim, apontou o dedo indicador em direção ao meu rosto como se eu fizera algo de muito grave.Me questionei a principio, mas, não encontrei resposta. Foi então que notei o que de verdade havia acontecido.

Maitê disse...

Aquele homem de chápeu cinza era eu...sim eu; após bons anos,eu estava me vendo,estava vendo o meu futuro...mas por que? Oque eu estava apontando? E por que eu estava ali? Tão solitário...e apontando algo;foi quando eu percebi que se tratava do meu eu futuro que eu estava plantando agora,afinal eu tinha ido ali naquela praça pra espairecer,tirar todos aqueles pensamentos que insistiam em mim...aquela lembranças que não me deixavam.O senhor retratava-me como 50 anos á frente,no mesmo local,e com a companhia do silêncio.Será que era esse de verdade meu destino? Ou será que isso é apenas um aviso de que oque estou fazendo com o meu presente terá suas consequências...Enfim oque ele apontava?E Porque sua voz era tão rispida?

Thais Katsumi disse...

E então percebi que seus olhos não focavam minha face enquanto seu dedo apontava em minha direção. Ele - eu mais velho - queria mostrar algo por trás de mim.
Sua voz ficava mais ríspida enquanto tentava gritar algo que não fazia sentido naquele momento. Vê-lo desesperado me deixou em pânico, obrigando-me a olhar pra trás.

Jéssica disse...

e vendo que eram sombras do meu passado deixado para tráz, e percebendo que ao me sentar solitário em um banco da praça naquela noite fria na Europa comecei a conversar com o meu próprio ego.

Anônimo disse...

Comecei a questionar se meu futuro seria solitario,e por que em meio a tantas pessoas felizes em uma praça tão cheia de alegria eu me via sozinho esperando que meu celular tocasse,esperando por alguem p preencher esse vazio e essa solidão ...

Flávia disse...

Olhando para mim mesmo, me lembrei de certos momentos que aconteceram em minha vida, momentos importantes com pessoas que julgava importantes. Comecei a entender o porque de estar alí, mais velho, sozinho e esperando por algo, ou alguém. Isso fez com que uma pessoa me viesse a mente, uma pessoa muito especial que imaginei que estaria comigo alí um dia no futuro, naquele lugar..

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Sempre, e em todo lugar, palavras são proferidas, rearranjadas de tal forma que tornam único cada momento. Estas eu agrupei para que você fuja da realidade por uns instantes.